A arte marginal e a sexualidade na obra de Paula Rego

A “portuguesa de Camden Town”, como lhe chamava o poeta Alberto de Lacerda, vai estudar para Inglaterra aos 16 anos porque nas palavras do pai, Portugal «não é terra para mulheres». Desmontar jogos de poder, denunciar o autoritarismo político, a hipocrisia, expor o sofrimento no amor e a sexualidade encapotada, exaltar o poder feminino, não menos violento, perante todas as agressões, são alguns dos princípios subjacentes a uma obra, que desde a primeira exposição em Lisboa (SNBA, 1965/66), até hoje, continua a suscitar tanto a admiração quanto o embaraço.
Arte: Paula Rego
Via Google Plus

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