agosto 20, 2014

Fotógrafo retrata crianças imigrantes de 170 países que vivem em Nova York

Não é à toa que Nova York é conhecida como a capital do mundo. Para mostrar um pouco da diversidade da cidade, o fotógrafo americano Danny Goldfield lançou o projeto "NYChildren", em que pretende fotografar uma criança de cada país do planeta, mas que estejam morando em Nova York. "A ideia surgiu em 2003, andando por bairros desconhecidos, organizações de serviço ao imigrante, centros comunitários, restaurantes e outros lugares. Acabei encontrando crianças e famílias de diversos países diferentes, todas vivendo em Nova York". / Na foto: Basim, do Iraque, que vive em Nova York
Azusa, que é do Japão
A garota Evie, que é de Malta
Boutayna, do Marrocos
Matija, da Sérvia, também foi fotografado por Danny
O sírio Josef aparece chorando
Kemie, da Tanzânia
A garota Grace, do Vietnã, no projeto "NYChildren"
O garoto Waseem, do Afeganistão, fotografado por Danny Goldfield
A angolana Marta
Retrato da brasileira Deborah para o projeto "NYChildren"
Daniela, garota de Cuba fotografada para "NYChildren"
Andreas, que vive em Nova York, mas é do Chipre
Lola, da República Checa
O bebê Victor, da França
Dennis, da Guiné-Bissau, fotografado por Danny

agosto 19, 2014

agosto 18, 2014

Fotos retratam 'esperança' de quem conseguiu sair da pobreza

Uma mostra em Londres traz retratos de pessoas de todo o mundo que estão saindo da pobreza por meio da criação de negócios próprios, amparadas pela ONG FXB International. Entre os personagens, há pequenos empreendedores que iniciaram pequenos negócios e cooperativas agrícolas em países como Colômbia, Ruanda e Burundi. "Queria criar uma exposição que fizesse as pessoas pararem e pensarem", diz a fotógrafa Jillian Edelstein, autora das imagens. "Fiquei impressionada pela resiliência das pessoas que conheci. Sua determinação em trabalhar duro para sair da pobreza foi uma inspiração." A exposição Framing Hope (Retratando a Esperança, em tradução livre) estará em cartaz até 31 de agosto no Oxo Tower Wharf, em Londres.Na foto: Ezebia Nyakabiga, 52, é viúva e mãe de seis filhos, entre eles Eric, 17, no Burundi. Ela tira seu sustento do carvão. (Foto: Jillian Edelstein)
Esta cooperativa de plantação de bananas em Ruanda tem 40 membros. Com ajuda financeira, eles compraram o terreno para estabelecer o negócio próprio. (Foto: Jillian Edelstein)
Acima, os filhos de Anna Rodríguez brincam na entrada de sua loja na favela Bendición de Diós, em Barranquilla, Colômbia. Ela é portadora do vírus HIV e recebe drogas antirretrovirais da ONG. (Foto: Jillian Edelstein)
Salam Abem também é portadora do vírus HIV e vive na Índia. "Ela perdeu seu marido para a Aids e é membro de um grupo apoiado pela FXB, que lhe rende cerca de 2 mil rúpias indianas (cerca de R$ 750) por mês", diz a ONG. (Foto: Jillian Edelstein)
Nascido em 1962, Furaha Rwanyindo Emmanuel, de Ruanda, sustenta 12 pessoas: ele e a esposa, seis filhos no ensino médio, três no ensino fundamental e um já formado. Ele tem cem bananas em sua plantação, iniciada oito meses atrás. Até o ano que vem, espera que a colheita lhe renda 1 milhão de francos (cerca de R$ 3,2 mil) anualmente. (Foto: Jillian Edelstein)
Com doações, a FXB construiu este poço de água no distrito de Muhanga, em Ruanda. (Foto: Jillian Edelstein)
Emmanuel também é beneficiário do programa. Ele foi fotografado no parquinho de sua escola, com sua bola de futebol feita à mão. Ali há três salas de aula para 300 alunos. (Foto: Jillian Edelstein)
Josephine Ntunzwenimana, 46, de Burundi, é viúva e mãe de oito filhos. Ela é membro de uma associação de produção de arroz financiada pela ONG. (Foto: Jillian Edelstein)
Alphonsina Bampire, de 36 anos, vende tomate e grãos com seu marido em Ruanda. Eles receberam alimentos e apoio financeiro para iniciar seu negócio. (Foto: Jillian Edelstein)
"Queria criar uma exposição que fizesse as pessoas pararem e pensarem", diz a fotógrafa Jillian Edelstein, autora das imagens. "Fiquei impressionada pela resiliência das pessoas que conheci. Sua determinação de trabalhar duro para sair da pobreza foi uma inspiração." A exposição estará em cartaz até 31 de agosto no Oxo Tower Wharf, em Londres. (Foto: Jillian Edelstein)

agosto 16, 2014

Fotógrafo registra passatempos favoritos de parisienses vistos do alto

O fotógrafo parisiense Florian Beaudenon convidou amigas e conhecidas através de redes sociais para produzir uma série de fotos com pessoas curtindo os seus passatempos prediletos - sempre vistos do alto. A inspiração para Vida Instantânea veio quando o fotógrafo fez uma imagem de uma modelo deitada em um sofá do alto de um banco. Ele afirmou que a perspectiva o fez pensar na visão que um inseto no teto de nossas casas teria do nosso cotidiano. A partir do conceito, Beaudenon perguntou a amigas quais eram os seus momentos prediletos do dia. Os momentos capturados pelas lentes Beaudenon, sempre na casa dos modelos, vão de cozinhar a descansar na praia, passando por tocar bateria. / Da BBC
Os momentos capturados pelas lentes de Beaudenon vão de cozinhar a descansar na praia, passando por tocar bateria.
"Tive a ideia quando estava com uma modelo. Ela precisava de um intervalo e se deitou no sofá. Subi em um banco e a fotografei de cima", disse Beaudenon.
"Gostei das fotos e comecei a pensar sobre uma série inteira usando esta perspectiva. Imaginei um inseto no teto que nos observa o dia inteiro, enquanto cozinhamos, dormimos, etc... e assim nasceu Vida Instantânea ."
Beaudenon começou então a se concentrar no projeto com pessoas envolvidas nas suas atividades prediletas, para o qual convocou voluntárias.
"Primeiro, perguntei às minhas amigas quais eram os seus momentos prediletos do dia. Então, fotografei estes momentos. Em seguida, pedi ajuda pelas redes sociais."
Beaudenon não usa apetrechos especiais para o seu equipamento, mas diz que se aproveita do fato de ser alto.
Todas as fotos foram tiradas nas casas das pessoas.
"Elas concordaram em compartilhar os seus hobbies, momentos de intimidade que são importantes para elas, com os quais qualquer pessoa pode se identificar", afirmou Beaudenon.

agosto 14, 2014

'Irmão japonês' do Caminho de Santiago atrai milhões de peregrinos do mundo

O Caminho de Kumano ou Kumano Kodo é uma rede de rotas de peregrinação localizada na província de Wakayama, no sul do Japão. Milhões de peregrinos percorrem a região montanhosa todos os anos visitando templos ao longo do percurso. O local é considerado sagrado desde tempos pré-históricos e se consolidou após a união do budismo com o xintoísmo. Foi percorrido pela família imperial e aristocratas japoneses até se tornar conhecido também entre mercadores e membros da população em geral. O caminho entrou em declínio após a modernização do Japão, no século XIX, e foi redescoberto nos anos 90. Em 1997, representantes de Galícia, na Espanha, e da Prefeitura de Wakayama firmaram um acordo que tornou os caminhos de Santiago de Compostela e de Kumano "irmãos". Em 2004, a rota foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Os peregrinos podem optar por três rotas em Kumano. O objetivo é chegar a três grandes templos conhecidos como Kumano Sanzan. Há caminhadas que podem durar apenas algumas horas ou até uma semana, se forem feitas em trilhas pelas montanhas./ Da BBC
Considerado casa de deuses e lugar sagrado, o Caminho de Kumano fica nos bosques dos montes Kii.
De acordo com a página oficial do Kumano Kodo, durante mais de mil anos pessoas de todos os níveis sociais, incluindo imperadores aposentados e aristocratas japoneses, peregrinaram por estas montanhas.
As rotas de peregrinação do Caminho Kumano foram registradas como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em julho de 2004. Antes, em 1997, representantes de Galícia e a Prefeitura de Wakayama firmaram um acordo que fez os caminhos de Kumano e de Santiago "irmãos".
Assim como ocorre no caminho que leva a Santiago de Compostela, alguns percorrem o Kumano Kodo por lazer, outros pelo exercício e outros por inspiração espiritual. A caminhada original inclui rituais religiosos de adoração e purificação.
O lugar sagrado de Kumano Sanzan é, junto com os de Yoshino-Omine e Koyasan, "uma mostra excepcional" da fusão entre a religião xintoísta -que vem da antiga tradição japonesa de culto à natureza- e o budismo que chegou ao Japão pela China e pela península da Coreia, segundo a UNESCO.
O objetivo da peregrinação de Kumano é chegar a três grandes templos conhecidos como Kumano Sanzan.
Os três templos são Kumano Hongu Taisha, Kumano Hayatama Taisha e Kumano Nachi Taisha.
Além disso, no caminho há templos subsidiários chamados Oji que delineiam as rotas e servem de lugar de oferenda.
Os peregrinos podem optar por três rotas. A primeira delas, a Nakahechi ou Rota Imperial a Kumano, começa em Tanabe, na costa oeste da península de Kii, e transcorre por ela até os templos. Esta rota foi utilizada desde o século 10 pela família imperial em sua peregrinação de Quioto.
A Kohechi, ou Rota Montanhosa, atravessa a península de Kii de norte a sul e une o complexo de templos budistas de Koyasan e Kumano Sanzan, enquanto a Ohechi ou Rota Costeira vai do sul de Tanabe ao templo de Fudarakusan-ji.
Por último está a rota Iseji ou Rota Leste, que percorre a costa oriental entre o templo de Ise-jingu e Kumano Sanzan.

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