A beleza microscópica de pétalas e folhas

"Trabalhar com dimensões microscópicas mudou totalmente nossa visão do mundo", afirma Meckes.
Aqui, o objeto de estudos da dupla - que vive na Alemanha - é uma pétala de uma flor conhecida como colza.
Por uma década, eles trabalharam com um antigo microscópio eletrônico de varredura, mas nos últimos cinco anos, vêm usando um equipamento de última geração. Na foto, a estrutura delicada de uma flor chamada valeriana.
Pequenos pedaços de pétalas ou folhas são desidratados para que suas superfícies fiquem sensíveis e extremamente finas, mas preservando seu estado natural e a estrutura das células.
Todo material ganha é banhado a ouro antes de ir para o scanner. Essa imagem de uma pétala de rosa mostra uma estrutura conhecida como papila, responsável por dar brilho às pétalas.
Nessa imagem, grãos de pólen são vistos no estigma de em uma flor de arnica. Esses grãos ficam no estigma e desenvolvem tubos polínicos (na direita da foto), possibilitando a fecundação na planta.
"Flores são lindas naturalmente, mas quando vistas bem de perto, algumas partes se tornam muito bizarras, e nos deparamos com estruturas inesperadas - flores dentro de flores, mundos dentro de mundos", diz Meckes. Na foto, a flor de uma Tussilago farfara.
A dupla também usou o equipamento para fazer imagens artísticas de bactérias, parasitas, borboletas, ervas, veneno de plantas, entre outros materiais, como um estame de tília visto na foto.
Formações bizarras e inesperadas - como nessa for de camomila - foram capturadas pela premiada dupla 'Eye of Science' (Olho da ciência), formada pelo fotógrafo Oliver Meckes e pela bióloga Nicole Ottawa.
Da BBC Brasil
Via Google Plus

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